Quando se é nova e os desejos estão todos aflorados gota é tempestade. E havia mais que uma tempestade dentro de mim, um desejo, um vulcão que estava em erupção, algo que fora acordado pela língua de Marcelo. Ainda podia sentir as mãos dele me acariciando, me apertando. Sua língua dentro da minha boca ávida de desejo pelo corpo dele seu hálito de cereja. Seu perfume era um bem típico daquela época, quase todos os homens usavam o bendito Kayak, odiava aquele cheiro porque lembrava do meu irmão mais velho e ele vivia me batendo e me dando apelidos, típico de irmãos mais velhos. Mas em Marcelo o cheiro tinha se fundido com o cheiro dele e era tão bom.
A noite, em minha cama, me esfregava no travesseiro. Colocava no meio das minhas pernas, e apertava contra meu corpo, imaginando um homem ali.Comecei a pensar em outros homens não só em Marcelo comecei a pensar até no rapaz da padaria. Pensava em ser possuída por vários não apenas por ele. Mas precisava ainda sentir aquele cacete dentro de mim e sabia que tinha que ser o Marcelo pra me ensinar, e depois estaria pronta pra ter outros.
Tinha escutado minha irmã falar com as amigas dela, que a primeira vez sangrava e que doía muito. Não acreditei. Pensei bando de idiotas uma rola gostosa daquela não podia machucar.
Levantei cedo e fui para escola, na entrada o garoto que eu tinha beijado antes me aguardava com uma rosa branca. Achei ridículo e até hoje detesto flores me lembra defuntos. Dei um sorriso forçado e disse obrigada apenas. Ele disse agora voce é minha namorada, pensei "como? Nem sei seu nome...", mais tarde descobri que era Renan. Não queria saber disso agora, queria sentir um caralho dentro de mim, primeiro seria do meu vizinho depois seria desse moleque chato. Sempre fui boa aluna meus pais eram rígidos com notas menos de "A" era inaceitável. Fiz a prova naquele dia bem rápido queria voar pra casa e ver meu sonho se realizando nos braços do Marcelo.
Cheguei em casa e já sair pra casa dele. Olhei bem para os lados , me certifiquei que nenhum dos outros moradores do quintal estivesse olhando. Abri devagar a porta ele estava deitado na cama com o coberto apenas nas pernas. Lembrei que ele trabalhava a noite e dormia de dia ele parecia cansado. Fiquei um bom tempo olhando pra aquele corpo ele estava apenas de shorts daqueles que jogadores usam pra jogar futebol, aqueles bem surrados de tão usado, sem camisa. Que corpo lindo ele tinha, sua pele morena cor de chocolate, a barriga com músculos definidos, ombros largos com uma tatuagem que cobria uma parte e descia até o peito, seus braços era bem fortes corpo liminar sem pelos.
Me aproximei dele e sentei na beirada da cama, e comecei a alisar todo o corpo dele. Comecei a descer pela barriga dele cheguei até a beirada do short, de leve passei a mão pelo pau dele, estava ainda adormecido. Resolvi beijar o peito dele. Senti o cheiro dele e continuei beijando descendo pela barriga, até chegar ao cacete dele passei o rosto para poder sentir o aroma que vinha dele. Ele acordou, sorriu e disse para continuar com mais vontade. Tirei ele pra fora e comecei a lamber toda a extensão dele coloquei todo na minha boca, aos poucos ele foi endurecendo ficando bem duro. Ele ainda sonolento gemia baixinho. Segurava meus cabelos com carinho. Eu chupava ele com mais vontade ainda, estava mais excitada que antes. Minha calcinha estava molhada, minha xota tremendo de tesão.
Queria que ele me pegasse no colo e me colocasse sentada no colo, mas ele se levantou e me colocou sentada no braço do sofá cama de costa para ele, quase de quatro. Se abaixou e lambeu minha bucetinha chegando no cuzinho, meu corpo vibrava a cada passada de língua dele. Ele segurava firme minha bunda, abrindo para lamber melhor. Eu estava tão encharcada, ele se levantou e pude sentir os dedos dele me penetrando e o polegar alisando meu cuzinho. Ele chupava os dedos dele e depois me penetrava com um dedo apenas, bem devagar. Aos pouco, senti que ele colocou dois dedos, uma dorzinha apenas , nada que fizesse eu querer parar. Foi aumentando a velocidade em que metia o dedo na minha xaninha apertadinha e fui sentindo cada vez mais tesão enquanto ele apertava meus seios. Ora ou outra ele virava meu rosto e chupava meus lábios mas sempre com os dedos dentro de mim.
Depois de algum tempo ele falou: " vou por meu pau em você... relaxa minha vadiazinha... Se você quiser que eu pare você diga..." - e bem devagar senti ele esfregando a cabeça do pau na minha buceta. Bem devagar senti a cabecinha entrando pulsando dentro de mim, suas mãos seguravam minha bunda. Ele alisava e apertava minha bunda. Eu delirava de tesão. Não estava sentindo a dor insuportável que falaram. Ele finalmente começou a colocar tudo. Tentei afastar ele com as mãos mas ele ficou firme e colocou tudo ficando parado ali com o caralho todo dentro de mim. Minha bucetinha estava apertadinha e parecia se agarrar nele, implorando para que ficasse ali pra sempre. Ele sussurrou no meu ouvido pedindo pra eu rebolar devagar, eu obedeci. " isso menina... rebola no meu pau... quero te comer gostoso... Esta gostando vadia? Fala que quer que eu enterre mais..." , eu pedia, implorava para ele socar tudo nela. Queria sentir aquele gozo todo inundando minha xota escorrendo por ela. Ele sorria "gulosa... primeira vez não quero destruir ela... mas você quer eu irei socar". Começou a socar com mais força segurando pela minha cintura e puxando pra ele com energia, tornou aquele vai e vem mais ritmado. Minha bunda batia na sua virilha e eu podia sentir seu saco batendo no meu grelo. Vez ou outra ele pegava nos meus seios apertava os biquinhos e dizia coisas bem sacadas no meu ouvido. Eu estava em êxtase meu corpo estava todo tremendo, arranhava o encosto do sofá e gemia não estava com dor, mas cheia de tesão.
Meus gemidos foram ficando cada vez mais altos, não parecia que ele se importava, continuava socando sua vara cada vez mais fundo. Meu gozo veio da mesma forma que antes, porém mais intenso. Um arrepio subiu pela minha espinha me contorci e arranhei o sofá, meu gemido foi alto. Minha buceta encharcada, engoliu aquela rola dura e o sugou até que ele mesmo não aguentou e jorrou seu néctar dentro da minha bucetinha , que já estava inchada. Gozamos juntos, nossos corpo se envolveram numa festa alucinante.
Quando ele retirou sua pica de mim sua porra escorreu para fora misturada com meu gozo, porém um pouco avermelhada. Minha pernas estava anestesiadas. Meu corpo envolvido num áurea extasiante meu olhos foram se abrindo, ainda com a visão um pouco inebriada, consegui ver ainda aquele sorriso safado, ele enxugou o suor com uma toalha, sentou na cadeira e pediu pra eu me sentar no colo dele. Me sentei com as pernas abertas de frente pra ele devagar ele encaixou sua vara dentro de mim denovo e sugou meus seios enquanto eu tentava sentar naquela pica que ainda estava dura. Ele mamava com tanta vontade intercalava com beijos na minha boca. Segurava meu cabelo me olhava nos olhos e falava firme pra eu eu rebolar. Aquela pica dentro de mim sendo engolida pela minha xoxotinha mal conseguia aguentar tudo.
A rola dele foi descansando. Sai de cima dele com vontade de continuar ali, ele sorrindo disse: "preciso de um tempo... e você também não pode querer arrebentar ela assim de primeira... é seu bem mais precioso... promete pra mim que vai cuidar dela... quero comer ela sempre apertadinha assim...", me puxou e me beijou. Seu beijo me levava pra outro mundo.
Vesti minha roupa, perguntei se podia voltar, ele apenas sorriu. Me levou até a porta deu um tapinha na minha bunda e disse até amanhã.
Eu não sabia se iria voltar, mas sabia que queria mais daquilo. Fui pra casa, e pensei muito em procurar um rapaz da minha idade mesmo ainda não sabia quem , mas ia sentir outras pegadas.
Na manhã seguinte estava viajando nas lembranças, quando fui interrompida pela minha amiga. Acabei contando o que havia feito, ela ficou sem fala, mas percebi sua excitação ela queria detalhes. Eu ia detalhando cada pegada, cada beijo, cada socada, o estado da minha buceta depois do sexo. Ela me confidenciou que também tinha vontade mas não com garotos e sim com garotas, não entendi bem.
Enquanto conversava com ela o inspetor se aproximou olhou pra mim e falou sobre a revista se eu quisesse ainda ele me daria. Após o intervalo pedi para a professora deixar eu ir ao banheiro, tive que inventar uma boa desculpa que foi aceita sem problemas, eu era boa aluna mesmo e com certeza não ia passear. Cheguei no pátio o inspetor fez um sinal pra mim e eu fui seguindo ele até um local onde guardava se arquivos e carteiras quebradas. Ele entregou a revista para mim. Comecei a folhear era uma revista pornô. Era a primeira vez que via um material daquele, era excitante aquilo.
O inspetor, o tio Márcio, sentou do meu lado e folheamos juntos a revista ele começou a se masturbar. E aquilo me excitou, toquei nela devagar. Ele se levantou e pediu que eu o tocasse. Sua pica era pequena, tinha bastante pêlos não quis por na boca naquele momento, mas bati uma punheta, sua rola foi endurecendo e ficando bem maior. Fiquei com vontade de experimentar, passei a língua na cabecinha estava inchada e pulsava. Engoli aquele cacete, enquanto ele segurava minha cabeça e fazia minha boca de buceta. Socava pra dentro da minha boca, e a rola dele ficava cada vez mais inchada até que senti o líquido quente dentro da minha boca. Foi até rápido.
Engoli bem rápido. Chupei até a última gota. Me levantei e me arrumei ele só me olhava. Peguei a revista e falei: "é minha... preciso de mais dessas... " ele prometeu me levar outras e até vídeo cassete. Sair da salinha e fui correndo pra sala.
Voltar a ser a aluna exemplar.
Esse espaço foi criado para poder contar minhas histórias, experiências sabores e dessabores de uma vida cheia de altos e baixos. Espero cativar a todos e mergulhar vcs no meu mundo. Dentro do meu íntimo.
sexta-feira, 31 de julho de 2015
A boa menina
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