quinta-feira, 30 de julho de 2015

Bolo de chocolate

É bem óbvio que não poderia mais me esconder depois de tudo que vi na casa de meu vizinho. Seu olhos, seu sorriso sacana no canto da boca enquanto eu corria. Marcelo era seu nome, ele tinha seus 27 anos e eu... bom eu era uma pirralha que tinha um pouco de seios apenas.
Imaginei a cara da minha mãe se soubesse. Meu pai preferi nem pensar, já estava difícil pensar na cara da minha mãe pela demora imagina pensar no meu pai. 
Enquanto pulava o muro de volta pra casa, pensei eu quero ser aquela moça. Quero poder sentar no colo dele. Quero sentir os dedos dele me tocando, a língua dele dentro da minha boca, passeando pelo corpo, quero gemer como ela, tudo parecia tão gostoso naquela cena.
Que besteira nunca nem sequer tinha beijado na minha vida. Aliás os garotos não me olhavam, me dava apelidos como Maria-homem e cabeça de coco (sou nordestina). Tinha ódio deles mas decidi escolher um pra me beijar. Tinha que aprender pra poder mostrar pro meu vizinho que podia ser igual aquela moça que ele fodia com gosto.  
No dia seguinte fui a escola com a decisão de colocar em prática meu plano. Na hora do intervalo escolhi a brincadeira, eu sabia ser bem persuasiva quando queria. Esconde-esconde seria ideal. 
Na hora que fomos nos esconder peguei a mão de um menino qualquer e disse pra ele de um lugar que jamais iriam nos achar. Ele nem achou estranho.  Fui atrás da escola, no estacionamento dos professores ficamos abaixados ali. Eu comecei a contar pra ele o que tinha visto na casa do vizinho, ele se interessou pela história. Falei que queria beijar pra ver como era. Ele me abraçou e me beijou. Eu não sabia o que fazer, tentei imitar o Marcelo. Até que não sei como minha mão deslizou por cima da calça dele. Eu curtir a sensação, mas é óbvio que aquele cacete não tinha semelhança com o do Marcelo. Ele também deslizou a mão por dentro da minha calça, fechei meus olhos e não descolei a boca dele senti os dedos dele me tocando por cima da calcinha, sentir ela tremer toda, da mesma forma quando vi meu vizinho. E desejei que ele enfiasse o dedo dentro da minha bucetinha e sentisse ela tremendo, mas fomos pegos pelo inspetor de alunos.  
Ele deu um sermão daqueles.  Disse que ia ficar de olho na gente. Mandou o garoto voltar pra sala e disse que queria ficar conversando comigo. O papo começou de forma normal ele perguntou se eu tinha ideia que aquilo não era certo, disse que estava tão gostoso por que não era certo? Ele indagou se eu já tinha feito antes, falei que não. Continuou o interrogatório olhando para os lados agora abaixando um pouco o tom perguntou se eu já tinha visto um homem nu, falei só em revista. Ele falou se eu fosse uma boa menina na segunda feira ele mostraria uma revista pra mim. O que será que terei que fazer pra ganhar a revista? 
O inspetor devia ter seus 45 anos ou mais era tio de uma das alunas. Tinha a cabeça toda grisalha era gordinho. Parecia ter pelos pelo corpo todo, saltava um chumaço de pelos brancos pela camisa. Tinha os olhos pequenos e a boca fina, fumava muito. Era casado com uma das serventes que era gorda que nem uma porca. Meu pensamento foi como ele consegue foder com aquilo deve nem ficar duro. 
Fui pra casa. E meu vizinho estava na porta conversando com meu pai. Gelei na hora respirei fundo e baixei a cabeça, pensei ele deve está falando sobre mim. Tentei passar rápido passei por eles e senti os olhos deles me flechando. Meu pai me chamou, eu já estava na metade da escada,  voltei e olhei pra Marcelo que sorria. Que sorriso safado ele tinha, me hipnotizava. Meu pai falou: "minha filha sabe configurar sua TV aqui em casa ela que sintoniza os canais, anda menina guarda a mochila e vai ajudar o Marcelo". Fiquei sem ação. 
Apenas assenti com a cabeça. Aquele canalha ainda deu um sorriso e disse: "vamos eu faço um bolo de chocolate pra você",ele era confeiteiro. Entrei dentro da casa dele e me sentei no sofá-cama ele ligou a TV e me deu o controle. Eu sentada naquele sofá era como se eu fosse aquela moça, um arrepio me correu pela espinha. Ele me olhou nos olhos e falou "tem medo de mim guria?" Disse que não tentando não olhar para ele diretamente. Ele riu indo em direção a cozinha reparei que ele fechou a porta. Tentei me concentrar na TV e no problema de sintonia, parar de olhar pra bermuda dele que já denunciava que não usava cueca, perguntei qual era o problema mas ele apenas ria. Depois sentou do meu lado e falou: " você realmente acha que não sei sintonizar minha TV? Trouxe você aqui  aqui para perguntar porque gosta de me olhar a distância? " . Meu corpo tremia, quis chorar ele apenas disse "calma não falei nada para ninguém, me conta o que você sentiu ao me olhar?" As palavras não saiam e quando falei pareceu um murmúrio "tesão" ele perguntou se eu já tinha visto antes uma rola, apenas balancei a cabeça negativamente. Ele continuou a me perguntar agora com a mão nos meus joelhos se eu já havia beijado,  achei melhor dizer que não. Ele segurou minha mão devagar e a colocou em cima do pau dele por cima da bermuda. Eu fiquei imóvel. 
A rola dele pulsava era mais grossa de perto , não estava totalmente dura e era macia. Ele aproximou o rosto dele do meu pescoço, e foi beijando devagar e subindo em direção a boca. Quando chegou bem perto da boca sua língua me tocou os lábios. Abrindo minha boca encontrando a minha, começamos a nos beijar. Suas mãos continuava segurando as minhas em cima da bermuda. Seu Beijo realmente era delicioso, tinha gosto de freegells cereja. Sua língua mexia dentro da minha boca, ele dava pequenas chupadas nos lábios inferiores nesse momento parecia que ele estava chupando minha bucetinha, porque ela tremia e estava molhada. 
Ele se afastou um pouco, tirou o cacete da bermuda, e me olhando disse "ainda não tem medo?...  Pega nele sente como ele está duro" - comecei a alisar aquela rola como eu via ele fazendo, ele ia me orientando: "devagar... isso... pega no meu saco... isso... nossa você bate uma punheta gostosa menina... É sério que nunca tinha pegado antes?... Você quer sentir o gosto?" Balancei a cabeça que sim, com os olhos fixos como se o pau dele fosse aquele bolo de chocolate que ele tinha falado. Ele falou "abre a boca... mas não pode por os dentes, apenas lamber e chupar... sua língua apenas vai sentir o gostinho dele... " abocanhei aquele pau e comecei a chupar pensei na moça chupando e fiquei mais excitada. Deslizei a língua por todo o cacete até as bolas, ele pedia pra lamber como lamberia um sorvete. Eu obedecia, estava ansiosa por aquele momento pensei vou ser igual aquela moça. Eu chupava com tanta vontade que na hora que ele tirou me olhou nos olhos e disse: " calma menina... tem muito mais pra você chupar... deixa eu ver sua bucetinha". Nesse momento eu fiquei sem jeito, eu não tinha ainda os pêlos pubianos, como minha irmã já tinha. Os meus eram loirinhos, e minha xota era inchadinha e toda fechadinha,  fiquei com medo que não gostasse. Acho que percebeu meu constrangimento, começou a mexer nela por cima da calça, esfregando apenas e beijando meu seios. Tirou minha calça e continuou a esfregar por cima da calcinha, então ficou de joelhos no chão e me deitou no sofá cama ele beijava minha bucetinha por cima da calcinha. Esfregava o rosto nela.  Afastou um pouco a calcinha e aí eu pude sentir a língua dele bem quente percorrendo toda minha xota. Chupando os meus pequenos lábios até meu grelo. A língua dele parecia uma cobra passeando por toda a minha virilha, enquanto sua mão ia nos meus seios.  Segurando os biquinhos de leve. Chupava minha bucetinha fazendo estalos com a boca de tanto sugar. 
Meu corpo tremeu todo, minha buceta contraiu, até os dedos dos pés contraíram, um arrepio subiu pela minha vértebra dei um gemido alto, minha respiração ficou mais forte puxava todo o ar que podia, e o cheiro dele era de enlouquecer e estava por todo o quarto. Ele segurou minha boca e fez um gesto de silêncio pra mim, e meu corpo foi ficando leve de novo. "Isso goza,  gostoso..."
Minha buceta estava encharcada e ainda tremia, fui retomando o controle do meu corpo aos poucos. Marcelo foi subindo beijando minha virilha, minha barriga, chegou nos meus seios e lambeu meus mamilos estavam durinhos. Nunca tinha reparado neles daquele jeito rígidos. Ele mamava meu seios, como se degustasse uma uva, chupando devagar. Subiu até minha boca e me beijou. Sua boca estava com outro gosto. Pensei esse é o meu gosto. 
Se levantou e ficou em pé na minha frente o cacete dele estava úmido, aquele líquido estava querendo sair.  E eu queria tanto. Com a voz mais grossa Marcelo mandou: "agora chupa esse caralho com vontade... quero goza na sua boca..."- voltei a chupar com mais vontade ainda. E segurava com as duas mãos não queria que acabasse mais. Ele tirou: " abre a boca... " começou a bater punheta na minha cara, de repente um gemido, mas precisamente um urro "huhhh...", finalmente senti a porra quente dele na minha boca, o gosto não era de remédio, era melhor, amargo no início e adocicado quando misturado com minha saliva. Continuei chupando toda a extensão do membro dele rijo, queria mais, queria todo aquele líquido pra mim. Chupei até o pau está limpo de novo. 
Ele me olhou levantou a bermuda: "hoje você comeu só uma parte do bolo, amanhã você come a melhor parte... Você tem que ir... sua mãe daqui a pouco está aí... Não conte pra ninguém... É nosso segredo... amanhã você irá gozar de novo se vier..." voltei pra casa com as pernas bambas. 
Falei baixinho quero mais. 
Chegando em casa mamãe falou "bolo estava bom?" - só consegui falar apenas uma palavra: Delicioso

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