Não era adulta, nem criança. Queria mergulhar fundo em outras bocas outros cheiros. Meus pensamento não saiam daquele dia Minha amigas eram infantis demais não conseguiria falar sobre tudo que estava vivendo e sentindo. A Gabriela era a única que eu confiava, podia contar tudo até sobre o tio Márcio.
Aliás tio Márcio toda semana me trazia uma revista diferente, eu folheava a revista enquanto ele me tocava. Suas mãos era duras e ásperas, ele tocava minha xaninha devagar e com a outra mão se masturbava. Ele não me penetrava. Algumas vezes ele pedia para fazer uma chupetinha rápida, sempre era rápida, pois ele gozava em minutos.
As revista era diversificada, tinha cenas de sexos oral e anal e bastante sexo a três com duas mulheres disputando a mesma rola ou uma mulher com dois caralhos, um em cada buraco. Para mim aquilo era material didático. Comecei a ler mais sobre o assunto nas revistas Playboys dos meus irmãos. O conteúdo era magnífico ali, matérias como mitos do sexo anal ou fique mestre no sexo oral.
Um dia Gabriela foi em casa e mostrei uma das revistas Playboys. Ela não queria ler, ficava mais vidrada nas imagens de mulheres nuas. Eram lindas mesmo, mas não causavam tanta excitação em mim como nela. Gabi gostava de ver mulheres nuas gostava de abraçar as outras meninas. Eu não achava ruim mas tinha amigas que falavam que isso era nojento, agora o que era "isso" descobri depois.
Pensei bastante em como era a forma certa de fazer? Igual as revistas? Igual meu vizinho? Como minha amiga imaginava? Será que aquela era a forma certa de fazer? Será que todos os homens fazem assim?
Fui pra escola, era dia de biblioteca, adorava esse dia sempre amei ler. Podíamos escolher o livro que quisesse, fui até a prateleira escolhi " A droga da obediência" - Pedro bandeira. Tomei um susto ao me virar pra ir para sala, Renan estava prostrado na minha frente com a rosa Branca de todos os dias.
Ele era mais velho que eu um pouco, uns 2 anos talvez. Era loiro cabelos lisos que caiam no rosto, boca fina e nariz pequeno, parecia aqueles desenhos de príncipes e princesas. Era um pouco mais alto, corpo de um adolescente normal em desenvolvimento. Ele perguntou se estava fugindo dele. E não estava, pergunta boba. Me beijou a boca, o beijo foi bem melhor, deve ser porque agora sei beijar. Saímos de mãos dadas até a sala, pior era aguentar os colegas gritando namoradinhos. Isso por algum motivo me deixava constrangida.
A professora naquele dia passou um trabalho em grupo, eu estava no mesmo grupo que Renan. Ele era repetente por isso estava na mesma série que eu. Decidimos que o trabalho seria feito na casa do Renan, combinamos hora e local. Renan pediu pra eu ir mais cedo, para que pudessemos namorar um pouco.
Cheguei uma hora antes do combinado. Ele estava ainda com o uniforme da escola. Entrei e sentei no sofá enquanto ele trazia suco pra mim. Sentou perto de mim, segurou minhas mãos estavam frias, ficavam assim sempre que ficava ansiosa. Começou a falar que eu era diferente das outras meninas, isso era bem óbvio, que estava apaixonado por mim. Achei apavorante aquela frase.
Nos beijamos por alguns minutos, seu beijo com gosto de suco de uva não me excitava, mas suas mãos me tocando, sim. Ele deslizava sua mão para dentro da minha camiseta segurou meus seios por cima do sutiã apalpando como se fosse massinha de modelar. Segurei sua mão e falei baixinho: "Devagar... Não vou fugir...". Diminuiu a pressão. É, realmente, ele nunca tinha feito aquilo antes.
Deitei ele no sofa e me sentei em cima do seu pau. Senti que estava duro, mexia dentro da calça. Tirei a blusa, e nem esperei ele tentar tirar meu sutiã já tirei na hora, ele não iria conseguir mesmo suas mãos tremiam muito. Seu rosto estava vermelho e ele suava seus olhos estáticos para meus seios, como aquele cachorrinhos que ficam olhando os frangos assados girando na padaria. Me inclinei e passei meus seios em seu rosto, ele beijava com voracidade os biquinhos. Chupava e mordiscava os mamilos. Meus seios eram até grandes para minha idade na época lembro que usava sutiãs tamanhos médios.
Tirei sua camiseta e beijei seu pescoço e fui descendo por sua barriga, tirei sua calça, aproveitei e tirei a minha calça. Ele estava sem cueca seu cacete estava bem duro, e já estava babando pela cabecinha. Me posicionei de quatro, abocanhei o caralho, e segurei suas bolas com a mão. Enchi a boca com o pau dele, enquanto ele se contorcia no sofá e afagava meus cabelo com as pontas dos dedos. Eu chupava a cabecinha com vontade e ia lambendo aquele líquido que saia, aquilo me deixava excitada. Minha xoxotinha estava ficando bem molhada eu colocava os dedos nela e mexia no meu grelo com movimentos circulares e rápidos aquilo era delicioso.
Percebi que se eu não falasse o que queria, ele não sairia dali do sofá, então subi até seu rosto e sentei com a buceta no rosto dele, e ordenei que me chupasse. Ele chupou com vontade meu grelo, lambeu os lábios como um sorvete. Senti a língua dele penetrando a entrada da minha xota. E com as mãos ele abria minha buceta para lamber entre os lábios vaginais. Eu estava muito excitada. Me perdi num turbilhão de sensações, minha fome só crescia ansiando pela rola dele.
Sentei com um tesão descomunal em seu caralho, rebolei para entrar melhor, ainda estava muito apertada. Cavalguei aquele membro encharcando sua virilha com meu gozo enquanto os meus gemidos invadiam a casa, ele estava paralisado não emitia um som.
De repente ele resolveu tomar as rédeas me colocou deitada no sofá e meteu forte na minha racha, o movimento era tão frenético que não estava conseguindo acompanhar o movimentos, seus quadris mexiam rápido, como se martelasse uma tábua. Estocadas secas e firme, acompanhada de sua respiração a cada martelada. Ele falou firme: " vou te arrombar... Puta... minha piroca está ardendo...mas vou socar mais". Meu corpo tremeu e meu gozo veio bem gostoso, aquele arrrepio subindo pela espinha, minha buceta tremendo minha buceta tao molhada que escorria pelo ânus. Ah! Como ela sugava aquele caralho!
Não demorou muito ele anunciou seu gozo num grito: " Vou gozar!!! Porra..." ele retirou a rola de mim e gozou em cima da minha virilha, esfreguei aquela porra gostosa no meu grelo. Minha Xanana ainda estava tremendo.
Ele se levantou meio sem força nas pernas. Sentou no outro sofá e ficou imóvel. Peguei a camiseta dele e me limpei, coloquei minha roupa. E fui abrir ao banheiro. Quando voltei ele estava já de roupa. Estava vermelho e com o olhar longe.
A campainha tocou, eram nossos colegas para o trabalho. Antes de ir ele me olhou e disse: "eu te amo! Você me ama? " disse que não é fui abrir o portão. Enquanto fazíamos o trabalho, lágrimas caiam dos olhos dele. Quando terminamos a maquete, ele me levou na porta e disse: "não termina comigo...". Dei um beijo e falei no ouvido dele: " Só disse que não te amava, não quero ia terminar..." virei e fui pra casa.
Em casa pensei, não tem jeito certo tem forma diferente. Temos que descobrir o ponto forte do parceiro e explorar toda e qualquer forma de prazer. E eu estava disposta a ir mais além nessa viagem sexual.
Esse espaço foi criado para poder contar minhas histórias, experiências sabores e dessabores de uma vida cheia de altos e baixos. Espero cativar a todos e mergulhar vcs no meu mundo. Dentro do meu íntimo.
sábado, 1 de agosto de 2015
Formas e fórmulas
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