sábado, 1 de agosto de 2015

Formas e fórmulas

Não era adulta, nem criança. Queria mergulhar fundo em outras bocas outros cheiros. Meus pensamento não saiam daquele dia  Minha amigas eram infantis demais não conseguiria falar sobre tudo que estava vivendo e sentindo. A Gabriela era a única que eu confiava, podia contar tudo até sobre o tio Márcio.
Aliás tio Márcio toda semana me trazia uma revista diferente, eu  folheava a revista enquanto ele me tocava. Suas mãos era duras e ásperas,  ele tocava minha xaninha devagar e com a outra mão se masturbava. Ele não me penetrava. Algumas vezes ele pedia para fazer uma chupetinha rápida,  sempre era rápida, pois ele gozava em minutos.
As revista era diversificada, tinha cenas de sexos oral e anal e bastante sexo a três com duas mulheres disputando a mesma rola ou uma mulher com dois caralhos, um em cada buraco. Para mim aquilo era material didático. Comecei a ler mais sobre o assunto nas revistas Playboys dos meus irmãos. O conteúdo era magnífico ali, matérias como mitos do sexo anal ou fique mestre no sexo oral.
Um dia Gabriela foi em casa e mostrei uma das revistas Playboys. Ela não queria ler, ficava mais vidrada nas imagens de mulheres nuas. Eram lindas mesmo, mas não causavam tanta excitação em mim como nela. Gabi gostava de ver mulheres nuas gostava de abraçar as outras meninas. Eu não achava ruim mas tinha amigas que falavam que isso era nojento, agora o que era "isso" descobri depois.
Pensei bastante em como era a forma certa de fazer? Igual as revistas? Igual meu vizinho? Como minha amiga imaginava? Será que aquela era a forma certa de fazer? Será que todos os homens fazem assim?
Fui pra escola, era dia de biblioteca, adorava esse dia sempre amei ler. Podíamos escolher o livro que quisesse,  fui até a prateleira escolhi " A droga da obediência" - Pedro bandeira. Tomei um susto ao me virar pra ir para sala, Renan estava prostrado na minha frente com a rosa Branca de todos os dias.
Ele era mais velho que eu um pouco,  uns 2 anos talvez. Era loiro cabelos lisos que caiam no rosto, boca fina e nariz pequeno, parecia aqueles desenhos de príncipes e princesas. Era um pouco mais alto, corpo de um adolescente normal em desenvolvimento. Ele perguntou se estava fugindo dele. E não estava, pergunta boba. Me beijou a boca, o beijo foi bem melhor, deve ser porque agora sei beijar. Saímos de mãos dadas até a sala,  pior era aguentar os colegas gritando namoradinhos. Isso por algum motivo me deixava constrangida.
A professora naquele dia passou um trabalho em grupo, eu estava no mesmo grupo que Renan.  Ele era repetente por isso estava na mesma série que eu. Decidimos que o trabalho seria feito na casa do Renan, combinamos hora e local. Renan pediu pra eu ir mais cedo, para que pudessemos namorar um pouco.
Cheguei uma hora antes do combinado.  Ele estava ainda com o uniforme da escola. Entrei e sentei no sofá enquanto ele trazia suco pra mim. Sentou perto de mim, segurou minhas mãos estavam frias, ficavam assim sempre que ficava ansiosa. Começou a falar que eu era diferente das outras meninas, isso era bem óbvio, que estava apaixonado por mim. Achei apavorante aquela frase.
Nos beijamos por alguns minutos, seu beijo com gosto de suco de uva não me excitava, mas suas mãos me tocando, sim. Ele deslizava sua mão para dentro da minha camiseta segurou meus seios por cima do sutiã apalpando como se fosse massinha de modelar. Segurei sua mão e falei baixinho: "Devagar... Não vou fugir...". Diminuiu a pressão.  É, realmente, ele nunca tinha feito aquilo antes.
Deitei ele no sofa e me sentei em cima do seu pau. Senti que estava duro, mexia dentro da calça. Tirei a blusa, e nem esperei ele tentar tirar meu sutiã já tirei na hora, ele não iria conseguir mesmo suas mãos tremiam muito. Seu rosto estava vermelho e ele suava seus olhos estáticos para meus seios, como aquele cachorrinhos que ficam olhando os frangos assados girando na padaria. Me inclinei e passei meus seios em seu rosto, ele beijava com voracidade os biquinhos. Chupava e mordiscava os mamilos. Meus seios eram até grandes para minha idade na época lembro que usava sutiãs tamanhos médios.
Tirei sua camiseta e beijei seu pescoço e fui descendo por sua barriga, tirei sua calça, aproveitei e tirei a minha calça. Ele estava sem cueca seu cacete estava bem duro, e já estava babando pela cabecinha.  Me posicionei de quatro, abocanhei o caralho,  e segurei suas bolas com a mão. Enchi a boca com o pau dele, enquanto ele se contorcia no sofá e afagava meus cabelo com as pontas dos dedos. Eu chupava a cabecinha com vontade e ia lambendo aquele líquido que saia, aquilo me deixava excitada. Minha xoxotinha estava ficando bem molhada eu colocava os dedos nela e mexia no meu grelo com movimentos circulares e rápidos aquilo era delicioso.
Percebi que se eu não falasse o que queria, ele não sairia dali do sofá, então subi até seu rosto e sentei com a buceta no rosto dele, e ordenei que me chupasse. Ele chupou com vontade meu grelo, lambeu os lábios como um sorvete. Senti a língua dele penetrando a entrada da minha xota. E com as mãos ele abria minha buceta para lamber entre os lábios vaginais.  Eu estava muito excitada. Me perdi num turbilhão de sensações, minha fome só crescia ansiando pela rola dele.
Sentei com um tesão descomunal em seu caralho, rebolei para entrar melhor,  ainda estava muito apertada. Cavalguei aquele membro encharcando sua virilha com meu gozo enquanto os meus gemidos invadiam a casa, ele estava paralisado não emitia um som.
De repente ele resolveu tomar as rédeas me colocou deitada no sofá e meteu forte na minha racha, o movimento era tão frenético que não estava conseguindo acompanhar o movimentos,  seus quadris mexiam rápido, como se martelasse uma tábua. Estocadas secas e firme, acompanhada de sua respiração a cada martelada. Ele falou firme: " vou te arrombar... Puta... minha piroca está ardendo...mas vou socar mais". Meu corpo tremeu e meu gozo veio bem gostoso, aquele arrrepio subindo pela espinha, minha buceta tremendo minha buceta tao molhada que escorria pelo ânus. Ah! Como ela sugava aquele caralho!
Não demorou muito ele anunciou seu gozo num grito: " Vou gozar!!! Porra..." ele retirou a rola de mim e gozou em cima da minha virilha,  esfreguei aquela porra gostosa no meu grelo. Minha Xanana ainda estava tremendo.
Ele se levantou meio sem força nas pernas. Sentou no outro sofá e ficou imóvel.  Peguei a camiseta dele e me limpei, coloquei minha roupa. E fui abrir ao banheiro. Quando voltei ele estava já de roupa. Estava vermelho e com o olhar longe. 
A campainha tocou, eram nossos colegas para o trabalho. Antes de ir ele me olhou e disse: "eu te amo! Você me ama? " disse que não é fui abrir o portão. Enquanto fazíamos o trabalho, lágrimas caiam dos olhos dele. Quando terminamos a maquete, ele me levou na porta e disse: "não termina comigo...". Dei um beijo e falei no ouvido dele: " Só disse que não te amava, não quero ia terminar..." virei e fui pra casa.
Em casa pensei, não tem jeito certo tem forma diferente. Temos que descobrir o ponto forte do parceiro e explorar toda e qualquer forma de prazer. E eu estava disposta a ir mais além nessa viagem sexual.

sexta-feira, 31 de julho de 2015

A boa menina

Quando se é nova  e os  desejos estão todos aflorados gota é tempestade. E havia mais que  uma tempestade dentro de mim, um desejo, um vulcão que estava em erupção,  algo que fora acordado pela língua de Marcelo. Ainda podia sentir as mãos dele me acariciando, me apertando. Sua língua dentro da minha boca ávida de desejo pelo corpo dele seu hálito de cereja. Seu perfume era um bem típico daquela época, quase todos os homens usavam o bendito Kayak, odiava  aquele cheiro porque lembrava do meu irmão mais velho e ele vivia me batendo e me dando apelidos, típico de irmãos mais velhos. Mas em Marcelo o cheiro tinha se fundido com o cheiro dele e era tão bom.
A noite, em minha cama, me esfregava no travesseiro. Colocava no meio das minhas pernas, e apertava contra meu corpo,  imaginando um homem ali.Comecei a pensar em outros homens não só em Marcelo comecei a pensar até no rapaz da padaria. Pensava em ser possuída por vários não apenas por ele. Mas precisava ainda sentir aquele cacete dentro de mim e sabia que tinha que ser o Marcelo pra me ensinar, e depois estaria pronta pra ter outros.
Tinha escutado minha irmã falar com as amigas dela, que a primeira vez sangrava e que doía muito. Não acreditei. Pensei bando de idiotas uma rola gostosa daquela não podia machucar.
Levantei cedo e fui para escola, na entrada o garoto que eu tinha beijado antes me aguardava com uma rosa branca. Achei ridículo e até hoje detesto flores me lembra defuntos. Dei um sorriso forçado e disse obrigada apenas. Ele disse agora voce é minha namorada, pensei "como? Nem sei seu nome...", mais tarde descobri que era Renan. Não queria saber disso agora, queria sentir um caralho dentro de mim, primeiro seria do meu vizinho depois seria desse moleque chato.  Sempre fui boa aluna meus pais eram rígidos com notas menos de "A" era inaceitável. Fiz a prova naquele dia bem rápido queria voar pra casa e ver meu sonho se realizando nos braços do Marcelo.
Cheguei em casa e já sair pra casa dele.  Olhei bem para os lados , me certifiquei que nenhum dos outros moradores do quintal estivesse olhando. Abri devagar a porta ele estava deitado na cama com o coberto apenas nas pernas. Lembrei que ele trabalhava a noite e dormia de dia ele parecia cansado.  Fiquei um bom tempo olhando pra aquele corpo ele estava apenas de shorts daqueles que jogadores usam pra jogar futebol, aqueles bem surrados de tão usado, sem camisa. Que corpo lindo ele tinha, sua pele morena cor de chocolate, a barriga com músculos definidos, ombros largos com uma tatuagem que cobria uma parte e descia até o peito, seus braços era bem fortes corpo liminar sem pelos.
Me aproximei dele e sentei na beirada da cama, e  comecei a alisar todo o corpo dele. Comecei a descer pela barriga dele cheguei até a beirada do short, de leve passei a mão pelo pau dele, estava ainda adormecido. Resolvi beijar o peito dele. Senti o cheiro dele e continuei beijando descendo pela barriga, até chegar ao cacete dele passei o rosto para poder sentir o aroma que vinha dele. Ele acordou, sorriu e disse para continuar com mais vontade. Tirei ele pra fora e comecei a lamber toda a extensão dele coloquei todo na minha boca, aos poucos ele foi endurecendo ficando bem duro. Ele ainda sonolento gemia baixinho. Segurava meus cabelos com carinho.  Eu chupava ele com mais vontade ainda, estava mais excitada que antes. Minha calcinha estava molhada, minha xota tremendo de tesão.
Queria que ele me pegasse no colo e me colocasse sentada no colo, mas ele se levantou e me colocou sentada no braço do sofá cama de costa para ele, quase de quatro. Se abaixou e lambeu minha bucetinha chegando no cuzinho, meu corpo vibrava a cada passada de língua dele. Ele segurava firme minha bunda,  abrindo para lamber melhor. Eu estava tão encharcada, ele se levantou e pude sentir os dedos dele me penetrando e o polegar alisando meu cuzinho. Ele chupava os dedos dele e depois me penetrava com um dedo apenas, bem devagar. Aos pouco, senti que ele colocou dois dedos, uma dorzinha apenas , nada que fizesse eu querer parar. Foi aumentando a velocidade em que metia o dedo na minha xaninha apertadinha e fui sentindo cada vez mais tesão enquanto ele apertava meus seios. Ora ou outra ele virava meu rosto e chupava meus lábios mas sempre com os dedos dentro de mim. 
Depois de algum tempo ele falou: " vou por meu pau em você... relaxa minha vadiazinha... Se você quiser que eu pare você diga..." - e bem devagar senti ele esfregando a cabeça do pau na minha buceta. Bem devagar senti a cabecinha entrando pulsando dentro de mim, suas mãos seguravam minha bunda. Ele alisava e apertava minha bunda. Eu delirava de tesão. Não estava sentindo a dor insuportável que falaram. Ele finalmente começou a colocar tudo. Tentei afastar ele com as mãos mas ele ficou firme e colocou tudo ficando parado ali com o caralho todo dentro de mim. Minha bucetinha estava apertadinha e parecia se agarrar nele, implorando para que ficasse ali pra sempre. Ele sussurrou no meu ouvido pedindo pra eu rebolar devagar, eu obedeci. " isso menina... rebola no meu pau... quero te comer gostoso... Esta gostando vadia? Fala que quer que eu enterre mais..." , eu pedia, implorava para ele socar tudo nela. Queria sentir aquele gozo todo inundando minha xota escorrendo por ela. Ele sorria "gulosa... primeira vez não quero destruir ela... mas você quer eu irei socar". Começou a socar com mais força segurando pela minha cintura e puxando pra ele com energia, tornou aquele vai e vem mais ritmado. Minha bunda batia na sua virilha e eu podia sentir seu saco batendo no meu grelo. Vez ou outra ele pegava nos meus seios apertava os biquinhos e dizia coisas bem sacadas no meu ouvido. Eu estava em êxtase  meu corpo estava todo tremendo, arranhava o encosto do sofá e gemia não estava com dor, mas cheia de tesão. 
Meus gemidos foram ficando cada vez mais altos, não parecia que ele se importava, continuava socando sua vara cada vez mais fundo.  Meu gozo veio da mesma forma que antes, porém mais intenso. Um arrepio subiu pela minha espinha me contorci e arranhei o sofá, meu gemido foi alto. Minha buceta encharcada, engoliu aquela rola dura e o  sugou até que ele mesmo não aguentou e jorrou seu néctar dentro da minha bucetinha , que já estava inchada. Gozamos juntos, nossos corpo se envolveram numa festa alucinante.
Quando ele retirou  sua pica de mim sua porra escorreu para fora misturada com  meu gozo, porém um pouco avermelhada. Minha pernas estava anestesiadas. Meu corpo envolvido num áurea extasiante meu olhos foram se abrindo,  ainda com a visão um pouco inebriada, consegui ver ainda aquele sorriso safado, ele enxugou o suor com uma toalha, sentou na cadeira e pediu pra eu me sentar no colo dele. Me sentei com as pernas abertas de frente pra ele devagar ele encaixou sua vara dentro de mim denovo e sugou meus seios enquanto eu tentava sentar naquela pica que ainda estava dura. Ele mamava com tanta vontade intercalava com beijos na minha boca. Segurava meu cabelo me olhava nos olhos e falava firme pra eu eu rebolar. Aquela pica dentro de mim sendo engolida pela minha xoxotinha mal conseguia aguentar tudo.
A rola dele foi descansando. Sai de cima dele com vontade de continuar ali, ele sorrindo disse: "preciso de um tempo... e você também não pode querer arrebentar ela assim de primeira... é seu bem mais precioso... promete pra mim que vai cuidar dela... quero comer ela sempre apertadinha assim...", me puxou e me beijou. Seu beijo me levava pra outro mundo.
Vesti minha roupa, perguntei se podia voltar, ele apenas sorriu. Me levou até a porta deu um tapinha na minha bunda e disse até amanhã.
Eu não sabia se iria voltar, mas sabia que queria mais daquilo. Fui pra casa, e pensei muito em procurar um rapaz da minha idade mesmo ainda não sabia quem , mas ia sentir outras pegadas.
Na manhã seguinte estava viajando nas lembranças,  quando fui interrompida pela minha amiga. Acabei contando o que havia feito,  ela ficou sem fala, mas percebi sua excitação ela queria detalhes. Eu ia detalhando cada pegada, cada beijo, cada socada, o estado da minha buceta depois do sexo. Ela me confidenciou que também tinha vontade mas não com garotos e sim com garotas, não entendi bem.
Enquanto conversava com ela o inspetor se aproximou olhou pra mim e falou sobre a revista se eu quisesse ainda ele me daria. Após o intervalo pedi para a professora deixar eu ir ao banheiro, tive que inventar uma boa desculpa que foi aceita sem problemas, eu era boa aluna mesmo e com certeza não ia passear. Cheguei no pátio o inspetor  fez um sinal pra mim e eu fui seguindo ele até um local onde guardava se arquivos e carteiras quebradas.  Ele entregou a revista para mim. Comecei a folhear era uma revista pornô. Era a primeira vez que via um material daquele, era excitante aquilo.
O inspetor, o tio Márcio,  sentou do meu lado e folheamos juntos a revista ele começou a se masturbar. E aquilo me excitou, toquei  nela devagar. Ele se levantou e pediu que eu o tocasse. Sua pica era pequena, tinha bastante pêlos não quis por na boca naquele momento, mas bati uma punheta, sua rola foi endurecendo e ficando bem maior. Fiquei com vontade de experimentar, passei a língua na cabecinha estava inchada e pulsava. Engoli aquele cacete, enquanto ele segurava minha cabeça e fazia minha boca de buceta. Socava pra dentro da minha boca, e a rola dele ficava cada vez mais inchada até que senti o líquido quente dentro da minha boca. Foi até rápido.
Engoli bem rápido. Chupei até a última gota. Me levantei e me arrumei ele só me olhava. Peguei a revista e falei: "é minha... preciso de mais dessas... " ele prometeu me levar outras e até vídeo cassete. Sair da salinha e fui correndo pra sala.
Voltar a ser a aluna exemplar.

quinta-feira, 30 de julho de 2015

Bolo de chocolate

É bem óbvio que não poderia mais me esconder depois de tudo que vi na casa de meu vizinho. Seu olhos, seu sorriso sacana no canto da boca enquanto eu corria. Marcelo era seu nome, ele tinha seus 27 anos e eu... bom eu era uma pirralha que tinha um pouco de seios apenas.
Imaginei a cara da minha mãe se soubesse. Meu pai preferi nem pensar, já estava difícil pensar na cara da minha mãe pela demora imagina pensar no meu pai. 
Enquanto pulava o muro de volta pra casa, pensei eu quero ser aquela moça. Quero poder sentar no colo dele. Quero sentir os dedos dele me tocando, a língua dele dentro da minha boca, passeando pelo corpo, quero gemer como ela, tudo parecia tão gostoso naquela cena.
Que besteira nunca nem sequer tinha beijado na minha vida. Aliás os garotos não me olhavam, me dava apelidos como Maria-homem e cabeça de coco (sou nordestina). Tinha ódio deles mas decidi escolher um pra me beijar. Tinha que aprender pra poder mostrar pro meu vizinho que podia ser igual aquela moça que ele fodia com gosto.  
No dia seguinte fui a escola com a decisão de colocar em prática meu plano. Na hora do intervalo escolhi a brincadeira, eu sabia ser bem persuasiva quando queria. Esconde-esconde seria ideal. 
Na hora que fomos nos esconder peguei a mão de um menino qualquer e disse pra ele de um lugar que jamais iriam nos achar. Ele nem achou estranho.  Fui atrás da escola, no estacionamento dos professores ficamos abaixados ali. Eu comecei a contar pra ele o que tinha visto na casa do vizinho, ele se interessou pela história. Falei que queria beijar pra ver como era. Ele me abraçou e me beijou. Eu não sabia o que fazer, tentei imitar o Marcelo. Até que não sei como minha mão deslizou por cima da calça dele. Eu curtir a sensação, mas é óbvio que aquele cacete não tinha semelhança com o do Marcelo. Ele também deslizou a mão por dentro da minha calça, fechei meus olhos e não descolei a boca dele senti os dedos dele me tocando por cima da calcinha, sentir ela tremer toda, da mesma forma quando vi meu vizinho. E desejei que ele enfiasse o dedo dentro da minha bucetinha e sentisse ela tremendo, mas fomos pegos pelo inspetor de alunos.  
Ele deu um sermão daqueles.  Disse que ia ficar de olho na gente. Mandou o garoto voltar pra sala e disse que queria ficar conversando comigo. O papo começou de forma normal ele perguntou se eu tinha ideia que aquilo não era certo, disse que estava tão gostoso por que não era certo? Ele indagou se eu já tinha feito antes, falei que não. Continuou o interrogatório olhando para os lados agora abaixando um pouco o tom perguntou se eu já tinha visto um homem nu, falei só em revista. Ele falou se eu fosse uma boa menina na segunda feira ele mostraria uma revista pra mim. O que será que terei que fazer pra ganhar a revista? 
O inspetor devia ter seus 45 anos ou mais era tio de uma das alunas. Tinha a cabeça toda grisalha era gordinho. Parecia ter pelos pelo corpo todo, saltava um chumaço de pelos brancos pela camisa. Tinha os olhos pequenos e a boca fina, fumava muito. Era casado com uma das serventes que era gorda que nem uma porca. Meu pensamento foi como ele consegue foder com aquilo deve nem ficar duro. 
Fui pra casa. E meu vizinho estava na porta conversando com meu pai. Gelei na hora respirei fundo e baixei a cabeça, pensei ele deve está falando sobre mim. Tentei passar rápido passei por eles e senti os olhos deles me flechando. Meu pai me chamou, eu já estava na metade da escada,  voltei e olhei pra Marcelo que sorria. Que sorriso safado ele tinha, me hipnotizava. Meu pai falou: "minha filha sabe configurar sua TV aqui em casa ela que sintoniza os canais, anda menina guarda a mochila e vai ajudar o Marcelo". Fiquei sem ação. 
Apenas assenti com a cabeça. Aquele canalha ainda deu um sorriso e disse: "vamos eu faço um bolo de chocolate pra você",ele era confeiteiro. Entrei dentro da casa dele e me sentei no sofá-cama ele ligou a TV e me deu o controle. Eu sentada naquele sofá era como se eu fosse aquela moça, um arrepio me correu pela espinha. Ele me olhou nos olhos e falou "tem medo de mim guria?" Disse que não tentando não olhar para ele diretamente. Ele riu indo em direção a cozinha reparei que ele fechou a porta. Tentei me concentrar na TV e no problema de sintonia, parar de olhar pra bermuda dele que já denunciava que não usava cueca, perguntei qual era o problema mas ele apenas ria. Depois sentou do meu lado e falou: " você realmente acha que não sei sintonizar minha TV? Trouxe você aqui  aqui para perguntar porque gosta de me olhar a distância? " . Meu corpo tremia, quis chorar ele apenas disse "calma não falei nada para ninguém, me conta o que você sentiu ao me olhar?" As palavras não saiam e quando falei pareceu um murmúrio "tesão" ele perguntou se eu já tinha visto antes uma rola, apenas balancei a cabeça negativamente. Ele continuou a me perguntar agora com a mão nos meus joelhos se eu já havia beijado,  achei melhor dizer que não. Ele segurou minha mão devagar e a colocou em cima do pau dele por cima da bermuda. Eu fiquei imóvel. 
A rola dele pulsava era mais grossa de perto , não estava totalmente dura e era macia. Ele aproximou o rosto dele do meu pescoço, e foi beijando devagar e subindo em direção a boca. Quando chegou bem perto da boca sua língua me tocou os lábios. Abrindo minha boca encontrando a minha, começamos a nos beijar. Suas mãos continuava segurando as minhas em cima da bermuda. Seu Beijo realmente era delicioso, tinha gosto de freegells cereja. Sua língua mexia dentro da minha boca, ele dava pequenas chupadas nos lábios inferiores nesse momento parecia que ele estava chupando minha bucetinha, porque ela tremia e estava molhada. 
Ele se afastou um pouco, tirou o cacete da bermuda, e me olhando disse "ainda não tem medo?...  Pega nele sente como ele está duro" - comecei a alisar aquela rola como eu via ele fazendo, ele ia me orientando: "devagar... isso... pega no meu saco... isso... nossa você bate uma punheta gostosa menina... É sério que nunca tinha pegado antes?... Você quer sentir o gosto?" Balancei a cabeça que sim, com os olhos fixos como se o pau dele fosse aquele bolo de chocolate que ele tinha falado. Ele falou "abre a boca... mas não pode por os dentes, apenas lamber e chupar... sua língua apenas vai sentir o gostinho dele... " abocanhei aquele pau e comecei a chupar pensei na moça chupando e fiquei mais excitada. Deslizei a língua por todo o cacete até as bolas, ele pedia pra lamber como lamberia um sorvete. Eu obedecia, estava ansiosa por aquele momento pensei vou ser igual aquela moça. Eu chupava com tanta vontade que na hora que ele tirou me olhou nos olhos e disse: " calma menina... tem muito mais pra você chupar... deixa eu ver sua bucetinha". Nesse momento eu fiquei sem jeito, eu não tinha ainda os pêlos pubianos, como minha irmã já tinha. Os meus eram loirinhos, e minha xota era inchadinha e toda fechadinha,  fiquei com medo que não gostasse. Acho que percebeu meu constrangimento, começou a mexer nela por cima da calça, esfregando apenas e beijando meu seios. Tirou minha calça e continuou a esfregar por cima da calcinha, então ficou de joelhos no chão e me deitou no sofá cama ele beijava minha bucetinha por cima da calcinha. Esfregava o rosto nela.  Afastou um pouco a calcinha e aí eu pude sentir a língua dele bem quente percorrendo toda minha xota. Chupando os meus pequenos lábios até meu grelo. A língua dele parecia uma cobra passeando por toda a minha virilha, enquanto sua mão ia nos meus seios.  Segurando os biquinhos de leve. Chupava minha bucetinha fazendo estalos com a boca de tanto sugar. 
Meu corpo tremeu todo, minha buceta contraiu, até os dedos dos pés contraíram, um arrepio subiu pela minha vértebra dei um gemido alto, minha respiração ficou mais forte puxava todo o ar que podia, e o cheiro dele era de enlouquecer e estava por todo o quarto. Ele segurou minha boca e fez um gesto de silêncio pra mim, e meu corpo foi ficando leve de novo. "Isso goza,  gostoso..."
Minha buceta estava encharcada e ainda tremia, fui retomando o controle do meu corpo aos poucos. Marcelo foi subindo beijando minha virilha, minha barriga, chegou nos meus seios e lambeu meus mamilos estavam durinhos. Nunca tinha reparado neles daquele jeito rígidos. Ele mamava meu seios, como se degustasse uma uva, chupando devagar. Subiu até minha boca e me beijou. Sua boca estava com outro gosto. Pensei esse é o meu gosto. 
Se levantou e ficou em pé na minha frente o cacete dele estava úmido, aquele líquido estava querendo sair.  E eu queria tanto. Com a voz mais grossa Marcelo mandou: "agora chupa esse caralho com vontade... quero goza na sua boca..."- voltei a chupar com mais vontade ainda. E segurava com as duas mãos não queria que acabasse mais. Ele tirou: " abre a boca... " começou a bater punheta na minha cara, de repente um gemido, mas precisamente um urro "huhhh...", finalmente senti a porra quente dele na minha boca, o gosto não era de remédio, era melhor, amargo no início e adocicado quando misturado com minha saliva. Continuei chupando toda a extensão do membro dele rijo, queria mais, queria todo aquele líquido pra mim. Chupei até o pau está limpo de novo. 
Ele me olhou levantou a bermuda: "hoje você comeu só uma parte do bolo, amanhã você come a melhor parte... Você tem que ir... sua mãe daqui a pouco está aí... Não conte pra ninguém... É nosso segredo... amanhã você irá gozar de novo se vier..." voltei pra casa com as pernas bambas. 
Falei baixinho quero mais. 
Chegando em casa mamãe falou "bolo estava bom?" - só consegui falar apenas uma palavra: Delicioso

quarta-feira, 29 de julho de 2015

A primeira vez... ou quase...

Acho que nunca fui igual as meninas da minha idade e nenhuma época... aos 7 anos ja ficava escondida vendo meus tios utilizar o banheiro. Nunca fui de ficar em casa vivia na casa de vizinhos. A casa dos outros sempre me atraiu mais do que a minha. até o cheiro da casa dos outros era melhor.
Um dia fui a casa de um dos meus vizinhos, eu sempre ia lá porque o Proprietário tinha vários animais e eu adorava brincar com eles, no terreno haviam outras casas e eu falava com todos da mesma forma. Havia um dos inquilinos que morava sozinho num quarto e cozinha, ele tinha vindo de outra cidade não sabia muito sobre ele acredito que ninguém sabia também. Era alto, belo porte tinha os olhos grandes, a boca carnuda. Comecei a me esconder atras de uma porta entre o armário e a porta da cozinha e ficava olhando e observando ele, não parecia que ele me via ali quando minha mãe chamava aos berros eu corria igual um furacão, mas no outro dia estava lá de novo. 
E todos os dias eu ia até a casa dele, mas naquele dia meu vizinho me viu ele não disse uma palavra colocou a mão dentro da bermuda e alisava o cacete e me olhava, pensei nos conselhos de minha mãe que não fazia o menor sentido naquele momento, como "corra de homens adultos desconhecidos", ele não propôs nada, apenas olhava e sorria.pensei em correr, mas minhas pernas não obedeciam e ele continuava a mexer no pau, como se ilustrasse um troféu. Fiquei ali imóvel observando, enquanto ele se masturbava e me olhava sem dizer uma palavra. Até que daquele membro jorrou um liquido esbranquiçado que na hora me lembrou do Remédio para as inúmeras inflações de garganta que tinha naquela época, comecei a tomar com gosto o remédio.
Comecei a ver o vizinho todas as tardes, e em todas era dessa forma que acontecia ele não falava uma palavra nem me tocava. Um dia ele não estava sozinho havia uma moça com ele. No momento que cheguei ao meu esconderijo ela estava sem a blusa de joelhos e colocava a boca no pau dele que ainda não estava como da outras vezes que eu tinha visto. percebi que ela não era uma mulher de corpo formado. hoje analisando ela deveria ter uns 13 anos.Ele segurava sua cabeça e introduzia o pau na boca dela as vezes parava para beijar a boca dela ou pegar nos seios pequenos dela. Eu conseguia sentir o cheiro dos corpos deles. Os perfumes se misturando. Ele a levantou colocou ela deitada numa especie de sofá cama abriu as pernas dela e retirou a calcinha, que denunciava a idade dela pq uma mulher não usaria aquele modelo, pelo menos não antes de uma tarde de sexo (hoje sei que era sexo), era de florzinha bem delicadas não era pequena era até grande devia tampar a bunda toda dela que era pequena também, eu tinha mais bunda e tinha menos idade que ela percebi que ele usava os dedo para tocar na buceta dela mas bem de leve. fazia movimento circulares e vez ou outra da beijos chupados na buceta dela, com a outra mão ele se masturbava agora eu vi que o pau dele estava do jeito que eu tinha visto antes duro, ereto e grosso. A garota soltava alguns gemidos percebi também que isso acontecia no momento que ele introduzia o dedo nela, q parecia gostar muito. Ele lambia a bucetinha dela já estava vermelha das chupadas que ele dava. Se sentou no sofá e pediu que ela sentasse no colo dele. Nessa posição realmente ela parecia uma menininha, ela sentou de costas com as pernas abertas ele segurava a bunda dela e encaixava o pau na bucetinha dela. Eu estava Hipnotizada comecei a imaginar eu no lugar dela. 
Ele a segurava com vontade, começou a aumentar o ritmo da metida. A cada socada mais enlouquecida estava (devia está gozando). Ainda segurando agora pela cintura,  colocou de 4 e antes de colocar de novo o pau nela ele deu uma chupada na buceta dela abrindo a bundinha dela passava a língua na mão e na buceta dela até que introduziu o pau agora com mais força dava uns tapinhas na bunda dela. 
Eu comecei a sentir meu corpo a suar vontade que ele fizesse o mesmo comigo, com a mesma força senti que minha bucetinha estava molhada e ela tremia na hora achei que era pelo suor, mas não era resolvi segurar ela bem forte como se quisesse abafar o som dela tremendo, som este que só eu ouvia, a sensação de tocar nela foi a melhor coisa que já tinha me acontecido, até aquele momento. 
Meu vizinho continuava a meter na moça de quatro ele falava com voz firme pra ela: "Isso que você queria minha vadiazinha... geme gostoso na minha vara... sente ela toda... agora fica de joelho que você vai tomar leite". e ela obedeceu e de joelhos começou a sugar a rola dele com vontade até que ele gozou na boca dela o liquido escorreu um pouco mas ela lambia com mais vontade ele esfregava o pau no rosto dela. e ela chupava com mais vontade ainda. 
Ela se levantou e foi ao banheiro. ele continuou ali sentado no sofá. Olhou na minha direção e disse: "Acho que sua mãe está chamando..." 
Corri como nunca naquele dia.