Aquele ano na escola custou a passar, comecei a conversar mais com garotas da minha idade, Tio Márcio saiu da escola o motivo não sei. Marcelo estava morando com uma mulher que estava grávida dele, não mais falou comigo. Renan continuava a dizer que era meu namorado mantínhamos relações sexuais algumas vezes, não estava mais tão interessada. Minha atração pelas pessoas era algo tão passageiro. Sentia a necessidade de outro corpo nem que por alguns minutos sentir a língua de outra pessoa, o cheiro, o gosto o sexo.
No caminho da escola passava na frente de um Bar onde jovens viciados compravam drogas, nunca olhei pois morria de medo de viciados, bandidos ou qualquer um que pudesse empunhar armas. Naquele dia olhei, pois ouvir meu nome saindo daquele lugar feio, era Renan. Era a deixa que eu precisava para me afastar de vez dele.Perguntei o que ele fazia ali, ele disse que era pra eu não me preocupar. Falei que não queria mais vê-lo e virei as costas. Quatro anos depois ele foi assassinado por traficantes de forma brutal junto com a namorada por dever na "boca". Ninguém pode me julgar, mas dei graças a Deus por não esta com ele.
Um garoto novo entrou na escola, era negro de um sorriso aberto. Chamado de garoto problema por sempre se meter em brigas. Esses tipos eram aqueles que minha mãe pedia para não conversar. Como era a melhor aluna da sala, logo fui indicada para mostrar a escola familiarizar com as regras da escola. Até tentei mas ele não pareceu se interessar por nada que falei. Aliás nada que falava parecia interessar. Meu interesse por ele só aumentou. Tentei mudar a abordagem e ser direta e reta, afinal eu queria ele. Comecei a falar sobre meus "namorados" e minha experiências com eles. Ele me olhou nos olhos e disse:
- Você está satisfeita? - Fiquei sem resposta. Ele apenas deu risada e continuou - quantidade não é qualidade. Pode ter vários que não dará um. Acho que me apaixonei.
Que medonha essa frase.
Que medonha essa frase.
Voltei pra casa com um emaranhado de emoções, precisava de alguma coisa que não sabia o que era. A campainha tocou e precisei sair dos meus devaneios. Era o montador de moveis, para montar a estante da sala, sabia que viria. Atendi a porta apenas de calcinha e uma camiseta da Minnie branca que usava para dormir. percebi de cara que ele me olhava:
- Sua mãe está?
- Não, mas ela falou que viria. - virei as costas e subi as escada, seus olhos firmaram na minha bunda - é por aqui.
Começou o trabalho dele, sentei-me em uma cadeira no melhor estilo Sharon Stone em Instinto Selvagem vez ou outra seu olhar me penetrava e me devorava.
- Estás sozinha Guria? - perguntou olhando para minhas pernas
- Estou.- abri as pernas e olhei diretamente para seu membro
- Eu já terminei posso ajudar você em algo mais - aproximou e tocou meus cabelos encostando o cacete bem próximo do meu rosto - me ajuda que eu ajudo você.
Não era um tipo bonito, era morenos de estatura mediana, tinha uma barriguinha algumas manchas brancas pelo corpo como queimaduras. Tinha uma cicatriz na boca em conjunto com as manchas denunciava um acidente ou algo do tipo.
Ele se abaixou na minha frente, retirou minha calcinha com a boca, abriu minhas pernas e se enfiou no meio de minhas pernas com voracidade, chupava meu grelo com força, mordia meu bucetinha como se comesse um suculento prato. Lambia e enfiava o dedo dentro da minha racha com força e continuava metendo, eu gemia de tesão apertando minha pernas e sua cabeça enquanto segurava-o pelos cabelos. Mal conseguia me manter na cadeira. Ele me apresentou algo que nunca tinha visto. Camisinha. Odiei, porém soube mais tarde quando aquilo poderia salvar minha vida. Lembro dele colocando a camisinha no cacete, e se prostando a frente de mim. Me ergueu no colo e encaixou devagar na miha Xaninha.
Sentir dor nesse dia. Algo estranho como se nunca tivesse feito antes. Ela estava apertada demais, e o cacete dele era grosso mal cabia na minha mão. Sua força me dava mais tesão ele me movimentava como se eu fosse uma boneca no colo dele, entalava toda rola dentro dela com muita força. Logo ele me virou de quatro, e segurou minhas pernas como um carrinho de mão e continuava a socar. Eu gozei nessa posição enquanto ele me xingava e falava coisas q eu não entendia. O sotaque dele não era da região então deduzi que ele era do Sul. Determinado momento ele olhou fixo no meus olhos e disse:
Sentir dor nesse dia. Algo estranho como se nunca tivesse feito antes. Ela estava apertada demais, e o cacete dele era grosso mal cabia na minha mão. Sua força me dava mais tesão ele me movimentava como se eu fosse uma boneca no colo dele, entalava toda rola dentro dela com muita força. Logo ele me virou de quatro, e segurou minhas pernas como um carrinho de mão e continuava a socar. Eu gozei nessa posição enquanto ele me xingava e falava coisas q eu não entendia. O sotaque dele não era da região então deduzi que ele era do Sul. Determinado momento ele olhou fixo no meus olhos e disse:
- Ajoelha, quero lambuzar seu rostinho... - obedeci adorava esse momento - suga safada!
Chupei cada gota que saia. Aquela rola parecia que inchava mais a cada chupada. Ele deitou no sofá e eu deitei em cima dele. Percebi que ele estava desconfortável acho que bateu o arrependimento. Falei pra ele ir embora, nem pensou duas vezes quase voou escada abaixo. Pra mim foi só mais uma transa bem feita. Isso era qualidade pensei. Mas ainda não era o que queria me sentia vazia, e com mais Tesão.